É um facto! A crise está para ficar! Agora mesmo no jornal da noite da TVI surgiu uma notícia caricata que espelha bem a crise que o país atravessa!
De acordo com informações recolhidas pela TVI, um indivíduo ainda não identificado assaltou hoje de manhã a dependência do BANIF em Albufeira. Segundo a TVI, ainda não se sabe se o suspeito estava armado. O que se sabe ao certo é que o individuo entrou na dependência com um guarda-chuva vulgar na mão (Já nem a malandragem tem dinheiro para comprar uma arma!) e aguardou serenamente na fila o seu momento para ser atendido. Seguidamente saiu da dependência descontraidamente e a pé sem causar suspeitas.
As circunstâncias em que o suspeito foi atendido permanecem um mistério. Os Chatos apresentam a sua versão:
O suspeito ao chegar-se ao balcão disse com voz baixa, rouca e grossa o seguinte:
"Bom dia! Olhe, gostava que metesse o dinheiro todo que tem aí em caixa num saquinho - que é para eu não ter de levar no pacote! Vejo que o senhor é bem parecido e não gostava de ter de lhe enfiar o guarda-chuva plo cú acima e depois abri-lo!"
O empregado amedrontado e receoso pela sua integridade anal atendeu prontamente ao pedido do suspeito... Este antes de sair terá ainda dito ao empregado da dependência:
"Se acha que teve azar agora... lembre-se que se fosse Verão eu trazia a sombrinha de praia!"
Generalizando, na sala de espera típica de um serviço de urgência podemos encontrar os seguintes indivíduos:
- O preto operário da construção civil que aguarda a sua vez e quando vai fumar um cigarro lá fora PUXA sempre a porta quando nela está escrito EMPURRE;
- A grávida histérica que está aflita por não saber informações sobre o estado do marido que entrou na urgência há 2 horas e está sempre a dizer à senhora das informações: “Eu estou grávida! Eu tenho a tensão alta! Se me acontece alguma coisa quem é que se responsabiliza?”;
- A senhora que fala alto, repete tudo o que lhe dizem ao telemóvel, e ainda dá informações detalhadas, tipo: “Ahh! Tás no trabalha, tá bem! Quando chegares a casa tens lá umas costeletas dentro do congelador! Do lado esquerdo, no direito estão os bifes de peru! Descongela as costeletas no microondas. Mete no número 5 deve ficar bom! Depois acendes o fogão….”;
-A senhora do balcão de informações que parece que tirou um curso superior na área de saber dizer bem o seguinte: “Tem de aguardar um bocadinho”;
- O cigano que entra para a urgência e toda família (até ao parente do 15º grau) parece mudar o acampamento para a porta do serviço de urgência.
E claro, há sempre aquela situação estúpida de duas pessoas conhecidas que se encontram nas urgências e a primeira frase que dizem é “Então? Tudo bem?”
À qual apetece responder:
È CLARO QUE NÃO ESTÁ TUDO BEM ASNO! SENÃO NÃO ESTAVA NAS URGÊNCIAS!
Após uma breve passagem pela secção dos congelados, onde é possível ver o fantástico efeito que o frio tem sobre a anatomia feminina, vulgo bicos rijinhos, entrei na secção dos doces de uma conhecida cadeia de hipermercados e…

Nunca pensei vir a encontrar aqui o álibi perfeito, a desculpa que nunca te deixará ficar mal caso digas: “Chupa ké doce!” à mais pudica das tias.
Breve situação hipotética:
Sujeito: Chupa ké doce!
Menina: Ai que porco! Você devia ter vergonha seu nojento! Não vou tocar nos seus genitais com a minha boca!!!
Sujeito: Genitais?! Boca!? Oh sua porca do caralho! Tava a falar do chupa-chupa! Badalhoca!